terça-feira, 6 de janeiro de 2015

"Prorrogação apaga princípio de incêndio"


     Qualquer guarda ou policial de trânsito mais rigoroso tem apenas o período de algumas horas se ainda quiser aplicar multas à motoristas que forem pegos dirigindo sem o uso obrigatório do extintor veicular ABC. É que neste caso, "algumas horas", será o prazo para o governo editar e publicar a nova resolução determinando o adiamento por 90 dias de aplicações de multas para quem não possuir esse tipo de extintor no carro. Ontem mesmo, dia 5, o governo federal, através do Ministério das Cidades, tomou esse decisão de adiamento quando viu que estaria diante de um eminente "princípio de incêndio político e administrativo" provocado pelo vigor desse prazo final, dia 31/12/2014. O ministro Gilberto Kassab, comunicou ao Departamento Nacional de Trânsito-DENATRAN para aguardar por mais três meses o período de fiscalizações. Os extintores veiculares ABC, simplesmente, esgotaram do mercado em todo o País. Pelos próximos três meses, nenhum motorista poderá ser multado por não ter o extintor "ABC". A ausência do equipamento poderia render uma multa de R$ 127,69 e mais cinco de pontos de infração na carteira. Precisam substituir o produto donos de carros fabricados até 2009. Os carros feitos a partir de 2010 já têm o novo modelo. 

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POLÍTICOS ELEITOS AINDA NÃO SE MANIFESTARAM SOBRE SEGURANÇA

     Os políticos eleitos em Jataí ainda não se manisfestaram em apoio à comunidade pelo momento de insegurança pública. Neste início de 2015 só se fala de onda de assaltos e roubos em Jataí. Em seu primeiro boletim, enviado à imprensa na tarde da segunda-feira, dia 5 de janeiro, o Legislativo Municipal, divulgou ações dos vereadores em prol de construção de academia ao ar livre, redutor de velocidade, recuperação de trecho de rua e prazo para os comerciantes ficarem em dias com suas entregas. Só que nada de acenar com novos projetos ou emendas de leis municipais no tocante a Segurança Pública. O prefeito também ainda nada sinalizou a esse respeito. Até os deputados estaduais estão em silêncio e deixando o assunto para o âmbito das forças de segurança (polícias) e entidades classistas. Ainda não se viu manifestações nem em entrevistas e nem nos perfis dos mesmos nas redes sociais.