segunda-feira, 27 de junho de 2016

O DRAMA DE MESSI: ADEUS SELEÇÃO
Após perder sua cobrança de pênalti na decisão da Copa América Centenário 2016, contra o Chile, o craque Lionel MESSI, anuncia, de momento, que não mais jogará pela seleção Argentina. O fato de nunca ter conquistado título com a seleção principal e a sequência de três vices seguidos estão pesando em sua decisão. Messi fez estas convictas declarações, logo após sair do vestiário e ainda triste e de cabeça quente, ao canal argentino TyC Sports: 
-"Creo que es lo mejor para todos, para mí y para mucha gente que lo desea. Se terminó la selección para mí, es una decisión tomada. Lo intenté muchas veces (ser campeón) pero no se dio"; 
-"Son cuatro finales, no es para mi, lamentablemente lo busqué, era lo que más deseaba, pero no se me dio. Más que nunca quería ganar al menos esta Copa pero no pudo ser" 
-"Es muy duro, pero la decisión está tomada. Ya no lo voy a intentar más y en esto no habrá marcha atrás"; 
-"Intenté muchas veces conseguir un título y no se pudo, deseaba como ninguno dar una vuelta olímpica pero se niega, tiene que ser así";
-"Son cuatro finales las que me tocan perder con la selección, la tercera seguida, lo intentamos y lo buscamos aunque pasó. Me duele como a nadie, me voy sin poder conseguir un título".
Messi também se despede em clima de rixa com a AFA (a CBF da Argentina).

RENAN, OS OUTROS E A PROPINA DA TRANSENER EM 2007
Mais um procedimento ilegal que deve ser, veementemente, combatido. Inquérito (quase) sigiloso da PGR apura, em delação premiada, se o senador Renan Calheiros (PMDB-Alagoas), presidente do Senado Federal desde 1º/02/2013, recebeu propina do lobista Jorge Luz, no exterior, para demover a venda, por parte da PETROBRAS ENERGÍA, de seus 50% de ações da argentina TRANSENER (maior distribuidora de energia local), parte essa, que já estava negociada desde 2006 com a EP Primrose Spain (do fundo de investimento americano Eton Park) para vender à estatal ENASA (Energía Argentina) e a privada ELECTROINGENIERÍA (de Gerardo Ferreyra e Osvaldo Acosta ligados a Néstor Kirchner). O esquema, aparentemente legal, tendo em vista a decisão do governo e da justiça do país vizinho em anular a negociação anterior, acabou sendo bem vantajoso para os políticos. A propina teria ocorrido nessa nova negociação de 2007 quando valeu R$ 54 milhões para o caixa da Petrobras e devolveu o total controle da energia daquele país às mãos dos próprios argentinos. Na época, Renan e outros teriam levado o famoso “por fora” para se empenhar nessa guinada da transação.