EDUARDO CUNHA RENUNCIA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

Cunha na coletiva em que anunciou sua decisão de não mais lutar para voltar à presidência

O deputado federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em reunião de coletiva de imprensa no Salão Nobre da Câmara Federal, leu uma carta de renúncia comunicando sua decisão em pedir afastamento, definitivo, da presidência da Câmara dos Deputados. Ele, que já estava na condição de presidente afastado e com mandato suspenso por decisão STF em julgamento de ação da Procuradoria Geral da República (PGR) por obstrução às investigações em 5 de maio de 2016, ainda poderia retornar ao cargo se conseguisse manobrar apoios entre seus colegas deputados. Assim, depois de várias tentativas, Cunha, emocionado, se rendeu aos fatos e comunicou que não vai mais insistir na briga do retorno e se afastará, desta vez por conta própria, ficando apenas na condição de deputado federal em exercício do mandato (desde que não o perca também). Em suas falas de rendição, Cunha usou termos para se referir a situação, como "Casa acéfala", "interinidade bizarra", "suspeitas sobre sua família", "perseguição" e "inocência sobre as acusações".

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