NA DEFESA DO SALÁRIO - O vereador, Adilson Carvalho (PMDB), disse que tem uma combi à disposição da comunidade e uma moto com a qual percorre todos os bairros ouvindo a população. Sobre seu salário de vereador, falou que, como seus gastos são muitos, os R$ 5.600,00 que recebe da Câmara de Jataí acabam nem sobrando no final do mês. Demonstrando simplicidade, revelou que não possui bens e vive na casa deixada por seu pai como herança. Como homem público, explanou ser dedicado, totalmente, ao trabalho de atender o povo e, elogiando a gestão de seu partido, observou que, apesar da crise, a cidade estar um grande canteiro de obras e vem se desenvolvendo muito bem. Inclusive, esse êxito ele atribui aos projetos da administração Humberto Machado e a uma parceria entre Câmara Municipal e Prefeitura onde, em conjunto, costumam sair atrás de indústrias para se instalarem no município. Com essa união, também conseguiram R$ 7,5 milhões em Brasília para serem aplicados na Saúde da cidade. Sobre o polêmico projeto de redução dos salários dos vereadores (de R$ 10 mil para cerca de R$ 1,5 mil) ele disse ser contra porque a Câmara de Jataí já é enxuta com apenas 10 vereadores (poderia ter 17 se quisesse) e porque os edis têm salários de apenas 20% do que um deputado ganha (poderia ser até 40%) e que também já devolvem parte dos recursos para a Prefeitura (sobras do duodécimo). Para Adilson Carvalho, são os altos salários da câmara estadual, federal e senado que quebram o país. Por isso vê como demagogia o que os vereadores da oposição (do PSDB de Jataí) estão querendo fazer. Na visão de Adilson, esses opositores deveriam, na verdade, era estarem cobrando do governador Marconi Perillo (PSDB) as inúmeras obras paralisadas na cidade. Adilson também opinou sobre os impostos caros em Jataí (da administração Humberto Machado) reconhecendo que, de fato, estão sendo pesados, mas que isso se justifica pelos inúmeros benefícios realizados pela gestão peemedebista. Referente a questão das câmeras de vídeo-monitoramento instaladas pela Polícia Militar em vários pontos da cidade, o vereador explicou que as mesmas não são apenas para flagrar motoristas e aplicar multas (tema de matéria no Jornal Nacional), mas sim para fazerem a segurança pública que vem sendo um problema sério. 


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