O NATAL DO CARTÃO DE CRÉDITO

O final de ano foi bom para o lojista que acreditou e investiu em seu comércio. Segundo a CDL, aquele lojista que ficou preocupado com a crise mundial e não se preparou não fez muitos bons negócios. Também vale dizer o mesmo para os comerciantes desmotivados e os que insistiram em produtos fora de época.
Os cheques sem fundo diminuíram bastante. Claro, os cheques circulantes também diminuíram muito. Ficou constatado que o consumidor e os comerciantes preferiram trabalhar mais com o chamado dinheiro de plástico: o cartão de crédito. Também no Natal 2008, mais de 60% das vendas em foram feitas para pagamentos a curto prazo (a vista, no cartão ou mesmo no cheque). Os tradicionais cheques pré-datados foram utilizados mais para compras de prazos curtos e esses pré, segundo o SPC, dificilmente dão problemas de fundos.
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