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Presidenta Dilma durante coletiva de imprensa (foto: Roberto Stuckert Filho/Fotos Públicas) |
O relatório mensal da dívida pública brasileira, que é divulgado pelo Tesouro Nacional, apresentou, nesta na manhã de segunda-feira, 25 de abril, que o governo federal fechou o mês de março de 2016 captando R$ 46,8 bilhões no mercado interno e mais US$ 1,5 bilhão (R$ 5,4 bilhões) no mercado externo para seu caixa. Quem ainda não sabe, essa era a antiga e problemática DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA que foi alterada, politicamente, quando o PT assumiu. Em fevereiro, o relatório havia demonstrado que o atual governo captou R$ 55,7 bilhões e em janeiro R$ 72 bilhões, sendo que, em janeiro, o governo teve de pagar o montante de R$ 150,4 bilhões da dívida. Somando os três primeiros meses, o montante de "empréstimos" federais é de R$ 179,9 bilhões. A prestação de contas também demonstrou que o total da Dívida Pública Federal-DPF já está na casa dos R$ 2,88 trilhões (equivalente a US$ 815 bilhões nesta data) e deverá subir ainda mais, mês a mês, até fechar o ano entre R$ 3,1 e R$ 3,3 trilhões.
Mesmo depois de ter perdido os três selos de bom pagador por parte das agências de classificação de risco internacionais, o Brasil continua insistindo e tendo certo êxito em tomar dinheiro para pagar suas contas e financiar seu desenvolvimento social. Só que, com o governo PT, as operações são feitas quase que totalmente, no próprio mercado brasileiro impedindo um efeito maior da perca dos selos. É a chamada troca da dívida externa pela dívida interna e os riscos para quem “emprestou” ou vai “emprestar” esses montantes mensais, os 708.711 investidores, conforme o próprio tesouro diz, são quase nulos.
As dívidas que o governo paga hoje em dia foram feitas com vencimentos bastante variáveis. Dependendo do indexador (a taxa de rendimento de juros para o investidor) e, principalmente, se é interna ou externa, os prazos para sua quitação vão de doze meses a 11 anos. A dívida interna, que é quase a totalidade, por exemplo, tem vencimentos de juros anuais. O relatório também revelou que, para acudir todas as demandas de pagamentos e financiamentos previstas para o Brasil este ano, sem precisar aumentar tanto os impostos, o governo federal precisará captar no mercado interno um volume total de R$ 589,7 bilhões até dezembro. Somando os R$ 2,88 trilhões do fechamento de 2015 mais os R$ 589,7 bilhões necessários para 2016, o total apurado para a Dívida Pública Federal 2017 seria na ordem de R$ 3.489,7 trilhões. Este montante seria reduzido para a expectativa de R$ 3,1 e R$ 3,3 tri conforme os pagamento fossem saindo igual aconteceu no mês de janeiro deste ano. Também poderia haver uma redução se caso vier a ocorrer o repasse do balanço patrimonial do Banco Central ao caixa do Tesouro Nacional no volume previsto de R$ 152,5 bilhões. O próximo relatório mensal, com os resultados de abril, será divulgado dia 27 de maio.
Mesmo depois de ter perdido os três selos de bom pagador por parte das agências de classificação de risco internacionais, o Brasil continua insistindo e tendo certo êxito em tomar dinheiro para pagar suas contas e financiar seu desenvolvimento social. Só que, com o governo PT, as operações são feitas quase que totalmente, no próprio mercado brasileiro impedindo um efeito maior da perca dos selos. É a chamada troca da dívida externa pela dívida interna e os riscos para quem “emprestou” ou vai “emprestar” esses montantes mensais, os 708.711 investidores, conforme o próprio tesouro diz, são quase nulos.
As dívidas que o governo paga hoje em dia foram feitas com vencimentos bastante variáveis. Dependendo do indexador (a taxa de rendimento de juros para o investidor) e, principalmente, se é interna ou externa, os prazos para sua quitação vão de doze meses a 11 anos. A dívida interna, que é quase a totalidade, por exemplo, tem vencimentos de juros anuais. O relatório também revelou que, para acudir todas as demandas de pagamentos e financiamentos previstas para o Brasil este ano, sem precisar aumentar tanto os impostos, o governo federal precisará captar no mercado interno um volume total de R$ 589,7 bilhões até dezembro. Somando os R$ 2,88 trilhões do fechamento de 2015 mais os R$ 589,7 bilhões necessários para 2016, o total apurado para a Dívida Pública Federal 2017 seria na ordem de R$ 3.489,7 trilhões. Este montante seria reduzido para a expectativa de R$ 3,1 e R$ 3,3 tri conforme os pagamento fossem saindo igual aconteceu no mês de janeiro deste ano. Também poderia haver uma redução se caso vier a ocorrer o repasse do balanço patrimonial do Banco Central ao caixa do Tesouro Nacional no volume previsto de R$ 152,5 bilhões. O próximo relatório mensal, com os resultados de abril, será divulgado dia 27 de maio.
Para se conhecer melhor como funciona o caixa do governo e ver os relatórios mensais e anuais, acesse o site do Ministério da Fazenda.
Relatório Mensal da Dívida, março de 2016
Relatório Mensal da Dívida, fevereiro de 2016
Relatório Mensal da Dívida, janeiro de 2016
Relatório Mensal da Dívida, fevereiro de 2016
Relatório Mensal da Dívida, janeiro de 2016
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